Seja Bem Vindo

18.1.16



imagem: divulgação

Podemos contemplar uma paisagem terrestre, o fundo do mar, e também podemos apreciar o céu, os corpos celestes, a Lua, as estrelas e os planetas. Por que apreciamos todas essas coisas? Por que admiramos a natureza? É que valorizamos a beleza e a harmonia – mas o céu encerra algo mais, é o caráter de coisa fora do nosso alcance, desconhecida, infinita, incomensurável e até mística. 
        O céu é tudo, é todo o espaço e tudo o que há nele, é o Universo, também chamado de Cosmos, é o Sol, a Terra, a Lua, os planetas, as estrelas. O nosso planeta a Terra e o próprio homem estão no espaço.
        Esses são os objetos de estudo da mais antiga das ciências exatas: a astronomia, a ciência de grande destaque e que constitui uma das atividades mais estimulantes, há sempre novos objetos para serem descobertos no céu, muitas pessoas em todo mundo se interessam pela astronomia e dedicam-se à observação do céu. 

        Os primeiros estímulos são o céu noturno e uma noite estrelada e os motivadores são a Lua, os astros mais brilhantes, o pôr do Sol, o amanhecer, um eclipse da Lua ou do Sol, um meteoro ou até um cometa. 

        A prática da astronomia deve ser acompanhada da teoria e de estudo, o interesse pela observação do céu deve estar junto do interesse pela compreensão dos fenômenos celestes. Muitas pessoas perderam o interesse pela astronomia pela falta de conhecimento básico necessário para o entendimento dos fenômenos astronômicos. Não pense que basta olhar pela ocular do telescópio para ver tudo o que o instrumento pode mostrar. Estes conselhos são dirigidos aos principiantes que estão interessados em observar o céu. Não tenha pressa, os primeiros passos são fundamentais, e devem ser dados muito devagar.

        Primeiro é muito importante olhar o céu a olho nu, sem qualquer instrumento óptico, reconhecer as estrelas mais brilhantes, as principais constelações que aparecem em diferentes épocas do ano. Nessa primeira fase é importante aprender a reconhecer os pontos cardeais, norte, sul, leste, oeste e também observar os movimentos realizados pelas estrelas em diferentes regiões do céu e pelo Sol em diferentes épocas do ano. 

        Depois do reconhecimento do céu a olho nu, o primeiro instrumento óptico a ser utilizado deve ser o binóculo, depois uma luneta e em seguida um telescópio. Para aqueles que desejam avançar um pouco mais, poderão se interessar por fotografia do céu, e deverão, para isso, utilizar um telescópio equipado com montagem equatorial. Para fotografar o céu, as etapas descritas anteriormente serão muito importantes para que o astrônomo amador possa adquirir conhecimento e experiência necessários para realização de tal tarefa. 

        O desenvolvimento da astronomia está diretamente ligado a óptica, sem um bom instrumento seria impossível observar os satélites de Júpiter, os anéis de Saturno, as calotas polares de Marte, as crateras, planícies e cordilheiras de montanhas na Lua e muitas outras coisas. Atualmente podemos encontrar telescópios cada vez melhores, e cada vez mais acessíveis, graças ao desenvolvimento da eletrônica, da informática, da óptica e da mecânica. Também é possível encontrar vasto material sobre astronomia tais como, programas de computadores que apresentam previsões de fenômenos, cartas celestes, guias práticos, livros, anuários astronômicos e não podemos deixar de citar a rede mundial de computadores (World Wide Web).




Fonte: http://www.fernando.tavares.nom.br


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