Seja Bem Vindo

23.9.16




imagem: divulgação


Ostara é o Sabá celebrado no Equinócio da Primavera, um Rito que anuncia o florescimento no seu sentido geral, pois o que ocorre na Natureza se replete em nossas vidas.

Uma época para avistarmos o que plantamos, seja o que for, é o momento de vivermos o início da colheita do jardim, da nossa horta, do nossos atos. Época de sair do casulo, de se revitalizar com o calor do Sol que nos aquece mais, de se reapaixonar pelas noites limpas e pelas pessoas que ao nosso redor estão. Então sem argumentos e sem devaneios observe o que brota em seus caminhos e apenas agradeça por tudo o que vive... e perceba que é exatamente tudo isso que faz parte do seu caminhar e de suas escolhas.



Binha Martins




Contato para Cursos e Orientações sobre Paganismo, Bruxaria e Magia:
11 96443.7856 / 19 991965002 (também whatsapp)
espacocomciencia@live.com




6.9.16



Na Rua Nicarágua, no Bacacheri, na cidade de Curitiba no Paraná mora um pequeno enclave egípcio. Um Museu onde o tema é recorrente nos seis edifícios da Antiga e Mística Ordem Rosacruz (Amorc), considerada a fraternidade mais antiga do mundo. 

A sociedade, que um dia já foi secreta para se esconder de duras perseguições, completa 60 anos de sua presença no Brasil e hoje é uma organização filosófica que busca transmitir para seus membros conhecimentos místicos sobre os grandes mistérios que cercam a existência humana e o universo, a fim de ajudar no desenvolvimento interior de cada um.


Prédio da administração: o principal símbolo é a cruz com uma rosa em seu meio, que representa o desabrochar da consciência por meio das experiências humanas.  / Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo


“A Rosacruz não é uma religião, mas uma filosofia, que reúne diversos conhecimentos. Boa parte do Egito, mas não só”, esclarece Hélio de Moraes e Marques, grande mestre da jurisdição de língua portuguesa da ordem e especialista em filosofia antiga. “Ela tomou corpo quando o faraó Tutmés III reuniu as escolas de mistério, agrupações de pessoas interessadas em discutir filosofia, arte e ciências, em uma única ordem. Um século mais tarde, o faraó Amenhotep IV sistematizou os ensinamentos da fraternidade, rompeu com a crença em diversos deuses da época e inaugurou o monoteísmo. Ele reconhecia o sol como símbolo de uma única divindade.”


A partir do século 17, a ordem, que também remonta aos cavaleiros templários – monges que aprenderam a empunhar espadas para defender Jerusalém – torna pública e oficial sua existência, creditando também algumas filiações de peso a sua história, como Leonardo da Vinci, René Descartes, Teresa de Ávila e Francis Bacon.

O conjunto arquitetônico da ordem em Curitiba foi levantado no Bacacheri não por qualquer motivo esotérico, mas porque uma pequena cachoeira próxima dali roubou o coração dos representantes da fraternidade que vasculharam o Brasil atrás de um local para receber a instituição. “Aqui foi o lugar mais agradável que encontraram”, conta Marques.

O complexo começou a ser construído em 1956 sob a direção da primeira grande mestre brasileira da fraternidade, a carioca Maria Moura. Construtivamente, segue a alvenaria tradicional. E esteticamente é uma releitura contemporânea de proporções menores da arquitetura egípcia clássica.


Colunas em forma de papiro, elemento clássico dos egípcios. / Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo



Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo


Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo


Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo


No Museu o item de maior destaque é uma múmia verdadeira de uma mulher egípcia que viveu há mais de 2,5 mil anos, conhecida como Tothmea.


Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo


Ele funciona de segunda à sexta-feira das 08 às 12 horas e das 13 às 17h30; aos sábados as instalações funcionam das 10h às 17h, e aos domingos das 9h às 12h. Ele está localizado na Rua Nicarágua, 2.620, Curitiba, PR. Mais informações: (41) 3351-3000.




Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br



29.8.16


Foto: Antonio More/Gazeta do Povo


O Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba tem um acervo monumental de mais de 800 peças da arte religiosa. Algumas até raras, como a imagem de Bom Jesus dos Pinhais em terracota do século 17. 
 


Foto: Antonio More/Gazeta do Povo


Foto: Antonio More/Gazeta do Povo


Foto: Antonio More/Gazeta do Povo


As instalações do Museu de Arte Sacra da Arquidiocese ficam na Igreja da Ordem, no Centro Histórico da cidade, na Rua Claudino dos Santos, sem número.

O local funciona de terça à sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 13 às 18 horas; ao sábado, domingo e feriados, das 9 às 14 horas. Para agendar visitas monitoradas, o telefone é (41) 3321-3328.




Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br





24.8.16



Criatura, que viveu entre 1.200 e 1.280 d.C., tem estrutura óssea completamente diferente da humana e pode ser de um extraterrestre.




Durante escavações realizadas na cidade de Olstykke, na Dinamarca, pesquisadores encontraram um crânio que é 50% maior que a cabeça humana e que possui cavidades enormes na região dos olhos. O objeto batizado de “crânio de Sealand” foi encontrado por trabalhadores que substituíam a tubulação de esgoto debaixo de uma antiga casa. 

“Apesar de ter muita semelhança com mamíferos, alguns traços fazem com que seja impossível catalogá-lo entre os animais da taxonomia de Linneo”, afirmaram pesquisadores do Colégio Veterinário de Copenhague, que estudaram o crânio. Além disso, consideraram que sua estrutura era “parecida” com a caveira de um extraterrestre. 

O Instituto de Niels Bohr realizou uma datação por radiocarbono, revelando que o misterioso ser viveu entre 1.200 e 1.280 d.C. 

Quando comparado com o crânio de um humano, o crânio de Sealand tem várias diferenças. Os orifícios dos olhos não são apenas maiores, mas profundos e arredondados. Além disso, a cavidade ocular se estende para as laterais do crânio, enquanto no humano, os olhos estão mais no centro. A narina no crânio de Sealand é muito pequena e o queixo estreito. 

Assista ao vídeo que traz mais detalhes (em inglês): 

23.8.16


A maioria das divindades egípcias surgiu pela primeira vez como cultos muito localizados e em toda a sua história mantiveram os seus centros locais de culto, com a maioria das capitais e cidades sendo amplamente conhecidas como lar dessas divindades. Ísis foi, em sua origem, uma divindade independente e popular estabelecida em tempos pré-dinásticos, anteriormente a 3100 a.C., em Sebenitos no delta do Nilo.

No Egito, existiram três grandes templos em homenagem a Ísis:
em Behbeit el-Hagar, no delta do Nilo, atualmente em ruínas;
em Dendara, no Alto Egito, onde existe um santuário a Hathor parcialmente preservado;
em Filas.

Na ilha de Filas, no Alto Nilo, o culto a Ísis e Osíris persistiu até ao século VI, ou seja, muito tempo após a ascensão do cristianismo e a subsequente supressão do paganismo. O decreto de Teodósio (cerca de 380 d.C.) determinando a destruição de todos os templos pagãos, não foi aplicada em Filas até ao governo de Justiniano I. Essa tolerância foi devido a um antigo tratado celebrado entre os Blemyes-Nobadae e Diocleciano. Todos os anos, eles visitavam Elefantina e, em determinados períodos levavam a imagem de Ísis rio acima para a terra dos Blemyes para fins divinatórios, devolvendo-a em seguida. Justiniano enviou Narses para destruir os santuários, prender os sacerdotes e arrestar as imagens sagradas para Constantinopla. Filas foi o último dos antigos templos egípcios a ser fechado.


Templo de Ísis, Roma


Eventualmente, templos a Ísis começaram a se difundir além das fronteiras do Egito. Em muitos locais, em especial em Biblos, o seu culto assumiu o lugar da Deusa semita Astarte, aparentemente pela semelhança entre os seus nomes e atributos. À época do helenismo, devido aos seus atributos de protetora e mãe, assim como ao seu aspecto luxurioso, adquirido quando ela incorporou alguns dos aspectos de Hator, ela tornou-se padroeira dos marinheiros, que difundiram o seu culto graças aos navios mercantes que circulavam no mar Mediterrâneo.


Templo de Ísis, Pompeia


Através do mundo greco-romano, Ísis tornou-se um dos mais significativos mistérios, e muitos autores clássicos fazem referência, em suas obras, aos seus templos, cultos e rituais. Templos em sua homenagem foram erguidos na Grécia e em Roma, tendo sido colocado a descoberto um bem preservado exemplar em Pompeia.

Da mesma forma, a deusa árabe "Al-Ozza" ou "Al-Uzza" (em árabe, العُزّى, al ȝozza), cujo nome é semelhante ao de Ísis, acredita-se que seja uma manifestação sua. Isso, porém, é entendido apenas com base na semelhança entre os nomes.









22.8.16





A nave espacial Juno, lançada pela Nasa em 5 de agosto de 2011 (e entrou em uma órbita polar ao redor do planeta Júpiter em 5 de julho de 2016), fotografou a Terra em meio a sua jornada. 

A imagem mostra a Terra e a Lua, a uma distância de mais de 9 milhões de km. O registro foi possível graças à JunoCam, câmera fotográfica instalada a bordo da espaçonave. 

"É uma visão humilde, porém bonita, de nós mesmos", disse Scott Bolton, integrante da missão Juno da Nasa




Via Ciência e Astronomia



21.8.16


Existem muitas etnias indígenas e cada um possui suas próprias tradições. Como alguém que também está iniciando os estudos sobre os povos indígenas, vejo a necessidade de deixar alguns desses conceitos expostos, visto que é um elemento cultural extremamente rico e, como andarilhos desta terra sagrada, nossa obrigação é a de respeitar e de tentar manter viva a cultura dos Povos Indígenas e, a informação é o primeiro passo.

O termo Tupi é usado normalmente de forma genérica e era usado para designar diversos povos que viviam no litoral brasileiro no século XVI, existindo muitos povos que falam línguas da mesma família da língua Tupi, sendo a mais famosa os Guaranis. Porém, vale lembrar que não são apenas um povo, mas vários diferentes.

Irei descrever de forma básica alguns Deuses e colocarei uma Arte com a qual me deparei nos últimos tempos, que por sua vez me trouxe encanto e mais vontade de ler sobre o assunto. 



Jací, a Deusa Lua


Deusa Lua Jaci, arte de Bianca Duarte


“Abá o-ikó ‘y pupé 
Taba suí ‘y pupé 
Kunumim o-monhang r-apé 
Kunumim o-monhang r-apé
Yby oby supé 
Arara kûara-pe”


Jací é a Lua. Já li em algumas versões que ela é mostrada como companehira de Guarací, O Deus Sol, mas a mais famosa é como irmã gêmea de Guaraci e esposa do Deus do Trovão, Tupã. Nas mesmas variações de suas histórias, há ainda que ela foi criada por Guarací, pois quando esse dormia, o mundo ficava na escuridão. Em outra, talvez a mais famosa é que fora criada por Tupã, para iluminar a noite e trazer suavidade e encanto para o mundo.

Jací, é a protetora das plantas, dos animais e dos amantes. É uma Deusa amável e acredita-se que possui uma fantástica beleza, tendo feito o próprio Tupã se apaixonar (ou Guarací, dependendo da versão).



Guaraci, o Deus Sol




Guarací é o Sol e em algumas versões ele foi criado por Tupã e é o irmão gêmeo de Jaci, a Lua. É um Deus muito querido e respeitado pela sua importância. Guarací é visto como um doador da vida e é responsável por ser a luz do mundo. Juntamente com Jací, foram os primeiros Deuses criados por Tupã e regem sobre todos os seres vivos. Em algumas versões, ele é visto como o criador da vida. Existem lendas diferentes dependendo das fontes abordadas e das tradições de alguns povos da língua Tupi.



Tupã, o Deus do Trovão




Tupã, o Deus do Trovão, talvez seja o Deus dos povos indígenas mais conhecidos no país. Mesmo que as pessoas apenas conheçam seu nome, é uma prova de que seu poder alcança toda nossa terra, assim como seus relâmpagos e trovões.

Tupã é descrito como o Deus criador de todas as coisas. Ele criou os homens a partir do barro e uma mistura de vários elementos da natureza e também criou o primeiro gruo de Deuses. Em algumas lendas, Tupã transforma mortais em entidades ou Deuses. Ele criou Rupave e Sypave, cujos nomes significam “pai dos povos” e “mãe dos povos”, respectivamente.

Este Deus era descrito como justo e bom para com os homens, mas com temperamento agressivo. Também é visto como um grande guerreiro e o trovão seria tanto sua arma quanto a forma de se expressar, sendo sua ferramenta e parte de si mesmo.



Anhangá, o Deus do Submundo




Anhangá é o Deus do submundo e aquele que rege sobre os mortos. Ele também é conhecido por castigar as más pessoas de forma cruel. Anhangá é visto como um inimigo de Tupã e o único a rivalizar em poder, sendo um Deus poderoso.

Uma curiosidade é que Anhangá também é visto como um protetor da floresta, podendo possuir várias formas, entre elas, a mais famosa seria a de um veado com olhos flamejantes. Anhangá é descrito com pele pálida e olhos de fogo. Diz a lenda que qualquer um que olhe em seus olhos é atingido pela loucura. Anhangá castiga aqueles que matam fêmeas grávidas, normalmente com a morte de um ente de sua família e costuma trazer a loucura a caçadores.

É visto como um Deus a ser temido pela sua natureza e domínios.



Caipora, o Protetor das Matas




Os Caiporas são criaturas meio homem e meio animal, vistas como uma espécie de Deuses menores das matas. Eles andam em bando e pregam peça em pessoas nas florestas. São capazes de reproduzir qualquer som, humano ou animal, e usam isso para fazer as pessoas se perderem na mata.

É dito que deve-se deixar algum presente para os Caiporas assim que se entra em uma floresta, como fumo, frutas ou flecha para não ser vítima de suas peças.

Em algumas regiões do Brasil, como em algumas cidades no interior de São Paulo, usa-se “Caipora” para chamar alguém que está irritando ou tirando alguém do sério, por ser atentado.



Xandoré , o Deus da Ira e do Ódio




Xandoré é descrito como o Deus da Ira e do Ódio e é aquele que motiva a guerra entre as pessoas. Ele é irmão do Deus Anhangá, Deus do submundo. Xandoré pode assumir a forma de um falcão e foi enviado para matar Pirarucu (um indígena de coração perverso que criticava os Deuses e cometia atos cruéis na terra), que mesmo atingido mortalmente por Xandoré, se recusou a pedir perdão, então foi transformado num peixe grande e escuro, desaparecendo no rio.

Xandoré era dito como um Deus que odiava os homens e levava a discórdia para então haver guerra entre eles.



Ticê, Deusa da Maldade e da Inveja, a Feiticeira sem medo




Ticê era uma poderosa feiticeira, muito temida pelo poder que tinha devido aos segredos que conhecia. Ticê usou seus encantos para não ser atingida pela loucura e morte que eram causados pelos olhos de Anhangá, o Deus do submundo. Então ambos puderam olhar para os olhos um do outro e acabaram se apaixonando. Anhangá então levou Ticê para reinar no submundo com ele, tornando-a uma Deusa.

Ticê ainda é muito temida por ser uma poderosa feiticeira e ter domínio sobre a maldade e a inveja.



Kianumaka-Manã, a Deusa Onça




Kianumaka-Manã é uma Deusa guerreira que possui a força das onças. Ela é uma Deusa de liberdade, espírito-livre, e abençoa as batalhas dos guerreiros indígenas.



Iara, a Deusa dos Lagos Serenos




Iara é vista como uma sereia de beleza exuberante que atrai os homens e pescadores para as águas.  Quando se aproxima, ela vira sua canoa e o puxa para baixo d’água, lhe afogando.

Há algumas versões da lenda de Iara. Uma delas é que Iara era uma indígena muito boa em caça e pesca, melhor do que seus irmãos, que decidiram matá-la por inveja. Tupã, apiedando-se da moça, a transforma em uma bela sereia, Deusa de águas doces. Outra versão é que Iara, sabendo do plano, mata seus irmãos, mas é capturada por seu pai, que a joga no Rio Solimões em uma noite de lua cheia, transformando-se numa sereia.



Ticê e Anhangá se olhando



Existem muitos outros Deuses e muitos outros seres dentro da imensa variedade dos Povos Indígenas. Esses são apenas alguns dos mais famosos. 




Por: Leonard Dewar
Imagens: Brasil Fantástico




Copyright © As novas da Grande Arte | Powered by Blogger