Seja Bem Vindo

14.10.11

Durga (em sânscrito: दुर्गा, lit. "a inacessível"[1] ou "a invencível"[2]; em bengali: দুর্গা) também conhecida como Maa Durga ou Ma Durga (মা দুর্গা, "Mãe Durga") é, no hinduísmo, uma forma de Devi, a deusa suprema. Durga é considerada pelos hindus como a mãe de Ganesha, Kartikeya, assim como de Saraswati e Lakshmi. Ela é considerada a forma da esposa de Shiva, a deusa Parvati, como caçadora de demônios.

Durga é descrita como um aspecto guerreiro da Devi Parvati com 10 braços, que cavalga um leão ou um tigre, carrega armas e assume mudras, ou gestos simbólicos com a mão. Esta forma da Deusa é a encarnação do feminino e da energia criativa (Shakti).

A Grande Deusa Durga é dita ser requintadamente bela. Sua imagem é extremamente brilhante (devi), com três olhos como lótus, dez poderosas mãos, cabelos exuberantes com formosos anelados, um vermelho-dourado brilhante de sua pele e um quarto crescente em sua testa. Ela usa um brilhante traje azul marinho que emite raios. Seus ornamentos foram lindamente esculpidos em ouro, cravejados de pérolas e pedras preciosas. Cada deus também lhe deu a sua arma mais poderosa, o tridente de Rudra, o disco de Vishnu, o raio de Indra, kamandal de Brahma, gada de Kuber, etc. Himalaia presenteou-lhe com um feroz leão dourado. Sobre o fim do 8 º e início do 9 º dia de lua, Chanda e Munda vieram para lutar contra a deusa. Ela virou azul de raiva e a deusa Chamunda saltou para fora do seu terceiro olho. Esta forma é uma das mais poderosas, com 3 olhos vermelhos, preenchidos de sangue, língua e pele escura, que finalmente matou os demônios gêmeos com sua espada. Esta forma da divina deusa é adorada durante o sandhikshan do festival de Durga Puja, como sandhi / chandi puja. Finalmente no décimo dia da lua, a deusa Durgha matou Mahishasura com o seu tridente.

A palavra Shakti, significa a força sagrada feminina, e Durga, reflete o aspecto guerreiro da deusa, encarnando um papel tradicionalmente masculino. Ela também é muito bela, e inicialmente Mahishasura tenta casar com ela! Outras versões incluem Annapurna e Karunamayi (karuna = bondade).

De acordo com a narrativa do Devi Mahatmya do Markandeya Purana, a forma de Durga foi criada como uma deusa guerreira para combater um demônio. O pai do demônio, Rambha, o rei dos demônios, se apaixonou por um búfalo, e Mahish Asur (o demônio Mahish) nasceu desta união. Ele é, portanto, capaz de mudar de forma de humano a búfalo de acordo com sua vontade (mahish significa "búfalo"). Através de intensa oração para Brahma, Mahishasur tinha a vantagem que ele não poderia ser derrotado por qualquer homem ou deus. Ele desencadeou um reinado de terror sobre a terra, céu e os mundos inferiores.

Uma vez que só uma mulher poderia matá-lo, a Santíssima Trindade Masculina desceu até o rio Ganges e rezou o mantra, "Om Namo Devaye", implorando a grande deusa Devi para salvar seu domínio da ruína. Eles foram abençoados com a sua compaixão quando a deusa Durga nasceu do rio.



Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Durga



Dica: Binha Martins

13.10.11

É o símbolo do céu na mitologia egípcia, formado por todo o seu corpo.
É filha de Chu (ar) e Tefnut (umidade). Casada com seu irmão Geb (Terra), é a mãe de Osíris, Ísis, Néftis e Set. Apesar de ser mulher, era representada como uma vaca em alguns casos (o que às vezes causou confusão, entre os estudiosos, entre ela e outra deusa também representada por uma vaca, Hator).

Encurvada sobre a terra, ela engolia o Sol no entardecer, o qual percorria seu corpo repleto de estrelas ao longo da noite. Pela manhã, a deusa dava à luz o Sol.
Foi a partir da união de Nut e Geb que surgiram os grandes deuses dos mitos de Heliópolis. Sendo assim, era vista como a “grande que dava à luz os deuses”.
As pontas dos pés e das mãos tocavam os pontos cardeais, e seu corpo formava assim a abóbada celeste. Quando representada como vaca, o corpo ficava na posição normal e a abóbada celeste era formada pela parte do corpo que ficava voltada para baixo.
De qualquer forma, seu corpo evitava que o mundo fosse engolido pelas forças do caos, de onde ele provinha. O trovão era visto como a risada de Nut.
Seu corpo estrelado também era a representação do trânsito das estrelas.

Não é preciso muito para perceber o grande poder dessa deusa. Mãe de grandes deuses, controladora do Sol... Ela tem ligações com os astros e, por consequência, deve ter também com a astrologia. Olhar para o alto numa noite estrelada significa olhar para o corpo de Nut. A astrologia seria, então, a ciência de olhar para os movimentos de seu corpo?
Na forma de vaca, é a nutriz, aquela que sustenta. Sustenta não somente os céus, mas também todas as formas de vida. Na outra vida, Nut seria a força mágica que permitiria ao morto respirar e nunca ficar sem água, significando que o pós-morte seria repleto de abundância.
Era divindade de caráter funerário em alguns textos, nos quais teria a missão de “cobrir o corpo do deus”. Como os egípcios recusavam a ideia de morte como o fim de tudo, quando o faraó morria, dizia-se que ele estava em companhia de Nut no céu. As palavras “sarcófago”, “caixão” e “tumba”, em hieróglifos, possuem desenhos de Nut, como se quisessem representar o fato de que o morto estaria por perto da deusa após a passagem.

Veja quantos mistérios envolvendo essa mulher. Ela consegue evitar a invasão do caos, e, ao mesmo tempo, domina os mistérios do que acontece depois da morte. Mas, mesmo abstrata, diáfana, protetora, ela precisa da terra para que seja completa, para que possa construir o mundo – da mesma forma que a terra nada seria sem o céu, a não ser um monte de poeira imersa no caos.

Toda mulher tem um pouco de Nut em si, no momento em que personifica o grande sustentáculo do seu homem ou da sua família. Ou quando organiza e constrói, em qualquer atividade a que se dedique, do seu jeito único.
E creio que todas as mulheres que estão lendo estas linhas já tiveram, pelo menos uma vez na vida, de engolir o Sol, recolher-se para o escuro de si mesmas, para preparar uma nova luz, uma nova aurora, uma reconstrução. Afinal, a vida é mudança e ciclo – escuro e claro que se alternam, de forma a evitar a estagnação e propiciar a necessária evolução para todos os seres viventes.


Fonte:
Bibliografia consultada
Araujo, Luis Manuel de (dir.). Diccionário do antigo Egipto. Lisboa: Editorial Caminho, 2001.
Hart, George. A dictionary of Egyptian gods and goddesses. Londres/New York: Routledge, 1986.
Shaw, Ian; Nicholson, Paul. British Museum dictionary of Ancient Egypt. Londres: The British Museum Press, 1995.


Dica: Nathalia Fernandes

10.10.11

No último dia 1º, sábado, orientamos na Escola Shivapoint Yoga no bairro da Consolação em São Paulo o workshop de Radiestesia, teoria e prática.

Na ocasião, as alunas aprenderam a manusear o pêndulo, o dual rod e o aurímetro, alguns dos mais importantes e utilizados instrumentos radiestésicos. Fizemos, ainda, o alinhamento de chakra de cada presente, demonstrando na prática como alinhar cada centro energético com o auxílio do pêndulo e do bastão atlante.

Destaco a explicação sobre cada chakra e sua função, que proporcionou um rico e agradável debate. Após o intervalo do almoço, o bate-papo girou em torno dos gráficos radiestésicos e suas diversas utilizações. Diga-se de passagem, aliás, que os gráficos são grandes aliados em todo o trabalho com energias sutis e seus formatos lúdicos e tão precisos envolveram ainda mais o grupo presente naquele dia.

Como bem disse o grande mago Aleister Crowley certa vez, “Há alegria no projeto; há alegria na jornada; há alegria no objetivo”



Um abraço,

Ágatha Cruz e Binha Martins

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